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A incontinência urinária na gestação é bastante frequente, mas tem tratamento!

Imagem meramente ilustrativa (Banco de imagens: Shutterstock)

11 janeiro, 2018

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Quem já passou por uma ou mais gestações provavelmente já pode notar que perdeu urina ao tossir ou espirrar, ou não aguentou chegar ao banheiro a tempo. Acontece que, conforme o útero vai aumentando de tamanho, vai exercendo uma pressão cada vez maior na bexiga, fazendo com que sua capacidade de armazenamento diminua. Além disso, a gestação muda completamente a estática pélvica aumentando a chance de perder urina no decorrer da gestação.

Segundo dados da Sociedade Internacional de Incontinência Urinária (ICS), a incontinência urinária pode ocorrer em até 70% das gestações!!!

Geralmente, os sintomas da incontinência cessam após o parto. Porém, em alguns casos, eles podem permanecer. Alguns fatores relacionados podem contribuir para isso, como o peso do bebê, tipo de parto, ganho de peso durante a gestação e tabagismo.

O tratamento da incontinência durante a gravidez pode ser realizado através de fisioterapia de assoalho pélvico para fortalecer a musculatura pélvica. Em casos mais graves, pode ser necessária uma intervenção cirúrgica bem após o parto.

A incontinência urinaria interfere diretamente na qualidade de vida, por isso não hesite em procurar um atendimento especializado. A Dra Priscila Matsuoka é uroginecologista e especialista em tratar incontinência urinária em mulheres.

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Sua saúde e a saúde de sua família são muito importantes, cuide com muito carinho. Por isso, em caso de dúvidas procure um profissional capacitado para atendê-los integralmente. As informações neste site pretendem apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com um médico da sua confiança.

Beijos,
Dra. Priscila K. Matsuoka | Ginecologia e Obstetrícia | CRM 133872
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