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A adenomiose é grave?

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Imagem meramente ilustrativa (Banco de imagens: Shutterstock)

7 março, 2024

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Enquanto algumas mulheres são assintomáticas para a adenomiose, outras podem enfrentar complicações diversas

A adenomiose é uma condição que afeta principalmente as mulheres em idade reprodutiva e que pode ser explicada como a penetração de tecido uterino (endométrio) para além de 2,5mm de profundidade nas camadas musculares desse órgão.

Assim, embora cerca de um terço das pacientes sejam assintomáticas, a maioria delas sente muita dor e sangramento intenso, o que as faz questionar se a adenomiose é grave.

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Fatores de risco da adenomiose

Ainda que a fisiopatologia da adenomiose não seja completamente compreendida, sabe-se que diversos fatores podem aumentar o risco de desenvolvimento dessa condição durante a idade reprodutiva. Segundo a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), os maiores fatores de risco são:

  • Idade entre 40 e 50 anos;
  • Múltiplos partos;
  • Cesarianas ou outras cirurgias ginecológicas prévias;
  • Primeira menstruação antes dos 10 anos de idade;
  • Ciclos menstruais curtos;
  • Obesidade. 

Assim, compreender e reconhecer esses fatores nas mulheres é fundamental para que o ginecologista possa diagnosticar com maior facilidade a condição e avaliar em quais paciente que, de fato, a adenomiose é grave.

Quais são os principais sintomas?

Os sintomas da adenomiose podem variar entre as pacientes, de tal forma que algumas mulheres não sentem dor e nem alteração no ciclo menstrual, e acabam descobrindo o diagnóstico quando têm dificuldade para engravidar, por exemplo.

Por outro lado, outras pacientes relatam experiências extremamente dolorosas e com sangramento excessivo, o que as faz questionar se a adenomiose é grave e qual a melhor forma de tratar essa condição. Pode haver, também, relato de massa abdominal palpável pela própria mulher, que pode ocorrer tanto pela gravidade da adenomiose, quanto pela associação com miomas.

Porém, ainda que o quadro clínico seja variado, segundo levantamento da Febrasgo, cerca de 65% das mulheres com adenomiose relatam sangramento uterino aumentado durante o ciclo menstrual e dor excessiva (cólicas) como principais sintomas. Mas, além desses, pode haver dificuldade para engravidar, o que, por si só, permite afirmar que para as mulheres que desejam ter filhos, a adenomiose é grave.

A adenomiose é grave?

Como já mencionado, a gravidade da adenomiose pode variar de pessoa para pessoa conforme as repercussões sistêmicas e a sintomatologia, mas é importante ter em mente que em grande parte dos casos a resposta para essa pergunta é “não”.

Um exemplo de situação em que a adenomiose é grave é quando sangramento uterino é tão excessivo que causa anemia e outras complicações à saúde, incluindo dificuldade respiratória, alterações de coagulação e queda na imunidade, sendo que algumas vezes é preciso fazer transfusão sanguínea dessas pacientes previamente à cirurgia.

Assim, para dizer se a adenomiose é grave ou não, é preciso que um médico especializado avalie a saúde global da paciente, os sintomas da condição e quais as complicações inerentes a ela. Além disso, não é incomum que uma mulher com adenomiose também tenha leiomioma, pólipos ou endometriose simultaneamente, que podem ser fatores extras de complicação.

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Quando a adenomiose pode ser considerada grave?

A adenomiose pode ser considerada grave quando os sintomas afetam significativamente a qualidade de vida da paciente, o que ocorre principalmente pela dor crônica e de alta intensidade, pelo sangramento abundante e pelos impactos na fertilidade. Com relação à dificuldade para engravidar, entende-se que a adenomiose pode causar irregularidades na parede uterina, o que impede ou dificulta a implantação do embrião.

Além disso, considera-se também que a adenomiose é grave quando não há resposta aos tratamentos instituídos, precisando de outras abordagens terapêuticas para lidar com suas complicações e os sintomas.

Qual profissional realiza o tratamento da adenomiose?

O tratamento da adenomiose, seja ela grave ou não, deve ser feito por um ginecologista especializado no reconhecimento e abordagem dessa condição, como a Dra. Priscila Matsuoka, uroginecologista experiente na condução da adenomiose e suas complicações, incluindo a dor, o sangramento e a infertilidade.

Entre em contato com a Dra. Priscila Matsuoka.

Fonte:

Febrasgo

Cuidado integral
à saúde da mulher

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